
Ah! Apanhámo-vos! É só curiosos!
Às 06:30h da manhã, os despertadores acordaram o Pinheiro da Bemposta. Já no Valinho, falhou a luz e só o abrir da porta acordou a D. Fátima que posteriormente acordou a menina Coelho.
Carregámos as mochilas e seguimos rumo a Tomar.
A Sylvie veio loucamente de encontro ao nosso Táxi com os dentes bem lavados e a mochila ás costas (Ah! E cheirosinha!) .
Com mais um passageiro, a viagem recomeçou e correu sem percalços até que: “ó Elvas, ó Elvas, Badajoz à vista!” Badajoz sim! De Irmã Teresa, Nada!
E foi aqui que estreou a nova série “LOST in Elvas”.
1º EPISÓDIO – “Nem todos os caminhos vão dar à Sé!”
Para quem não sabe, ainda há cidades dentro de muralhas. Elvas é uma delas.
Entrámos e percorremos um labirinto de ruelas de onde não conseguíamos sair. Por mais que pedíssemos ajuda, a invasão espanhola traiu-nos e tudo o que recolhemos foi “Nosotros somos espanhóis”.
Mas como pessoas desenrascadas que somos, à falta de conhecimentos geográficos e linguísticos recorremos à técnica da “tentativa -erro” e se Maomé não vai a Sé, a Sé foi ao Maomé.
2º ESPISÓDIO – “A descoberta “saborosa” da Pérola Negra”
Encontrámos a Pérola e aquando da procura da ostra tudo o que encontrámos foi berbigão, isto é: No meio da confusão encontramos a Irmã Tassy (Pérola Negra) que nos contou que está de chegada de Moçambique e de partida para Timor e mandou beijinhos para toda a malta da Marcha. Quanto ao berbigão, esse fomos encontrá-lo no meio da deliciosa Carne de Porco à Alentejana que as Irmãs tão bem prepararam! Malandreco!
3º EPISÓDIO – “À conquista da Sala da Sociedade de Instrução e Recreio”
Já de barriga cheia e após uma orientação invejável (desvio de180º do que era suposto), estávamos de regresso à Sé. E mais uma vez, seguimos instruções de “Esquerda, direita” e as letras grandes que procurávamos apareceram: GARAGEM. Ups! Não era bem o que procurávamos mas segundo os ensinamentos que o Fábio nos deixou (Obrigado Fábio!) depois de uma GARAGEM há sempre uma Sala da Sociedade de Instrução e Recreio.
4º EPISÓDIO – “Chegou a hora do nosso work workchoque”
Segundo as nossas fontes, o atelier foi do agrado de todos e encheu o coração aos que nele participaram. É de referenciar e elogiar a presença de tantos e tão bons bailarinos de todas as idades. Da nossa parte, voltámos a casa com mais uma experiência enriquecedora e bastante gratificante que nos foi proporcionada pelas Irmãs Concepcionistas ao Serviço dos Pobres e por todos os que participaram no evento.
Através dos conhecimentos de marketing da Catarina, a Sylvie e a Fabiana conseguiram um novo membro para a Marcha (Rute, se estás a ler isto, não nos deixes ficar mal, eheh).
5º EPISÓDIO – “ A mil metros, saia da auto-estrada.”
Já que o Irmão Diamantino andava às voltas com Deus, devemos um grande agradecimento à família Ferreira que nos proporcionou uma agradável viagem sem esquecermos a menina do GPS, pois sem ela esta série prolongar-se-ia por muitos e muitos mais episódios.
Um beijinho para todos,
Cataria Coelho, Fabiana, Filipa e Sylvie
















