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segunda-feira, 30 de novembro de 2009

É NATAL


É Natal e lá fora tudo brilha, andam a correr de um lado para o outro a comprar prendas que fazem a ocasião, a correr para o cabeleireiro, a entrar e sair das pastelarias a procurar os bolos mais bonitos para por em cima da mesa, em fim, tudo numa correria!
Já paraste, para pensar um bocadinho? Acho que não!
Já olhaste bem à tua volta? Também acho que não!
Olha bem a tua volta e vê o mundo onde vives! Vais ver que não é só luzinhas brilhantes a piscar, que não há bolos em cima de uma mesa, que não há prendas e muito menos uma árvore para as por! É neste mundo que vive muita gente (um mundo igual ao teu), mas há uma diferença, tu tens tudo e eles por vezes não têm nada!
Não tenhas medo de dar um bocadinho de ti aos outros…
Neste Natal não queiras tudo só para ti…partilha!

Miguel Moreira

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

ENCONTRO LOCAL DE S. PEDRO E PINHEIRO DE LAFÕES


Olá amigos marchantes! Temos uma grande novidade para vos contar! Vejam:

Dia 22 de Novembro de 2009: Chegou o grande dia pelo qual toda a malta da região de São Pedro do Sul esperava!!! Não, não foi o Natal que chegou mais cedo, mas sim o encontro local de São Pedro do Sul!

Neste dia, o grande núcleo da MarCha de São Pedro do Sul e arredores, reuniu-se para recrutar novos elementos e dar a conhecer o grupo da MarCha aos jovens da região. Estiveram presentes mais de 30 pessoas que vieram focadas no lanche gratuito… claro, com as óptimas guloseimas que tínhamos!

Mas, brincadeiras à parte, fizemos um encontro à imagem da MarCha, liderados pelo Ir. Diamantino e pelos dois juvenistas (um sampedrense – aquele mânfio que diz que é de Chaves – e um bempostense). Apresentamos a estrutura da MarCha (actividades e etapas) aos novos elementos através do site, cantámos o hino, dançamos o eretz (ainda que sem a bailarina profissional) e demos a conhecer aos novos a experiência da MarCha através do testemunho dos mais velhos. Vimos ainda uns vídeos elucidativos da nossa importância no mundo, tal como o sentido da união e a rebeldia e alegria como uma mais-valia. Para acabar, rezámos um pouco, recorrendo ao salmo 63.

O ponto alto da reunião foi (para além do lanche) quando a Isabel admitiu, finalmente, que é toxicodependente e da droga mais pesada: ela confirmou que a MarCha era o seu vício e tem de voltar sempre para se reabastecer!

O bom ambiente dominou o tempo da reunião… e, com sorte, ainda conseguimos novos elementos para a MarCha.

Pessoal, há que ter a ousadia de ser diferente, de não ter medo de quebrar a rotina e fazer algo diferente… como Marcelino com ajuda da sua boa mãe.

E pronto! Uma tarde bem passada! Mas… O que vocês estão para aí a dizer?! Ai querem saber qual a grande novidade? Pois…

Obrigado a todos e até já!

O Núcleo da MarCha da região de São Pedro do Sul

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

IRMÃO ÓSCAR O NOVO SUPERIOR PROVINCIAL DE COMPOSTELA


É uma grande alegria para Marchavouzela poder anunciar a todos os seus membros que o Irmão Óscar acabada de ser nomeado Provincial da Província Marista de Compostela.
Na foto o Irmão Óscar é o da esquerda. Ao centro está o Irmão Emili Turu actual Superior Geral e à direita o Irmão Primitivo Mendonza, Irmão Provincial cessante.
Para os três Irmãos Marchavouzela pede as melhores bençãos de Deus e de sua Boa Mãe.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Aventuras em Elvas


Ah! Apanhámo-vos! É só curiosos!
Às 06:30h da manhã, os despertadores acordaram o Pinheiro da Bemposta. Já no Valinho, falhou a luz e só o abrir da porta acordou a D. Fátima que posteriormente acordou a menina Coelho.
Carregámos as mochilas e seguimos rumo a Tomar.
A Sylvie veio loucamente de encontro ao nosso Táxi com os dentes bem lavados e a mochila ás costas (Ah! E cheirosinha!) .
Com mais um passageiro, a viagem recomeçou e correu sem percalços até que: “ó Elvas, ó Elvas, Badajoz à vista!” Badajoz sim! De Irmã Teresa, Nada!
E foi aqui que estreou a nova série “LOST in Elvas”.

1º EPISÓDIO – “Nem todos os caminhos vão dar à Sé!”
Para quem não sabe, ainda há cidades dentro de muralhas. Elvas é uma delas.
Entrámos e percorremos um labirinto de ruelas de onde não conseguíamos sair. Por mais que pedíssemos ajuda, a invasão espanhola traiu-nos e tudo o que recolhemos foi “Nosotros somos espanhóis”.
Mas como pessoas desenrascadas que somos, à falta de conhecimentos geográficos e linguísticos recorremos à técnica da “tentativa -erro” e se Maomé não vai a Sé, a Sé foi ao Maomé.

2º ESPISÓDIO – “A descoberta “saborosa” da Pérola Negra”
Encontrámos a Pérola e aquando da procura da ostra tudo o que encontrámos foi berbigão, isto é: No meio da confusão encontramos a Irmã Tassy (Pérola Negra) que nos contou que está de chegada de Moçambique e de partida para Timor e mandou beijinhos para toda a malta da Marcha. Quanto ao berbigão, esse fomos encontrá-lo no meio da deliciosa Carne de Porco à Alentejana que as Irmãs tão bem prepararam! Malandreco!
3º EPISÓDIO – “À conquista da Sala da Sociedade de Instrução e Recreio”
Já de barriga cheia e após uma orientação invejável (desvio de180º do que era suposto), estávamos de regresso à Sé. E mais uma vez, seguimos instruções de “Esquerda, direita” e as letras grandes que procurávamos apareceram: GARAGEM. Ups! Não era bem o que procurávamos mas segundo os ensinamentos que o Fábio nos deixou (Obrigado Fábio!) depois de uma GARAGEM há sempre uma Sala da Sociedade de Instrução e Recreio.

4º EPISÓDIO – “Chegou a hora do nosso work workchoque”
Segundo as nossas fontes, o atelier foi do agrado de todos e encheu o coração aos que nele participaram. É de referenciar e elogiar a presença de tantos e tão bons bailarinos de todas as idades. Da nossa parte, voltámos a casa com mais uma experiência enriquecedora e bastante gratificante que nos foi proporcionada pelas Irmãs Concepcionistas ao Serviço dos Pobres e por todos os que participaram no evento.
Através dos conhecimentos de marketing da Catarina, a Sylvie e a Fabiana conseguiram um novo membro para a Marcha (Rute, se estás a ler isto, não nos deixes ficar mal, eheh).

5º EPISÓDIO – “ A mil metros, saia da auto-estrada.”
Já que o Irmão Diamantino andava às voltas com Deus, devemos um grande agradecimento à família Ferreira que nos proporcionou uma agradável viagem sem esquecermos a menina do GPS, pois sem ela esta série prolongar-se-ia por muitos e muitos mais episódios.

Um beijinho para todos,
Cataria Coelho, Fabiana, Filipa e Sylvie

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

O SOLISTA


Olá meus marchantes...

Ontem fui ao cinema e quando acabou o filme só podia pensar uma coisa... Marcha!
Há muito que não via um filme com tanta coisa para pensar!
Primeiro pensei nos noss@s "fontes" visto que sou uma das pessoas responsáveis pela etapa. Mas logo pensei que se calhar podia alargar essa ideia para todas as etapas!
Por isso, convido a todos a combinarem durante o fim-de-semana para ir ao cinema... até pode ser entre o pessoal dos locais, sendo uma boa oportunidade para estarem juntos.
Espero que o filme não vos seja indiferente pois tem muita coisa para pensar e reflectir!


O SOLISTA (THE SOLOIST)


Quando o jornalista Steve Lopez vê Nathanlel Ayers a tocar de forma tão sentida o seu violino de duas cordas no Skid Row de Los Angeles, fica estupefacto. A princípio, é atraído pela oportunidade de fazer dele o tema de mais uma das suas colunas para o Los Angeles Times, Mas o que descobre sobre o misterioso músico das ruas deixa-o fascinado. Há trinta anos, Ayers tinha sido um promissor aluno de contrabaixo da Juilliard School até que foi vencido por um esgotamento mental. Quando Lopez o encontra, Ayers está sozinho, profundamente perturbado e desconfia de toda a gente, mas ainda é possível vislumbrar nele resquícios desse brilho. Os dois homens aprendem a comunicar através da música. A sua amizade vai passar por momentos dolorosos, pois Lopez imagina-se capaz de convencer Ayers a abandonar as ruas de Los Angeles. Aos momentos de triunfo segue-se sempre uma desilusão, mas nenhum dos dois desiste. E, embora a intenção inicial de Lopez seja salvar Ayers, acaba por constatar que a sua própria vida mudou profundamente.

Beijinhos e abraços
Bea

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

ENCONTRO LOCAL DO PINHEIRO


Este Domingo, dia 18 de Outubro, o Pinheiro da Bemposta teve o prazer de acolher o primeiro Encontro Local da Marcha. Ao grupo do Pinheiro juntou-se o de Vale de Cambra, e todos passamos uma bela tarde.

O hino de 2010 foi apresentado ao grupo assim como o lema, as etapas e o site da Marcha. Além dos esclarecimentos, e do pezinho de dança, procuramos juntos perceber qual o sentido da nossa vida.

Depois da fotografia de grupo e da doçaria voltamos a casa com muito entusiasmo e força para uma semana à procura de viver intensamente o agora.

Que Maria e Marcelino nos ajudem a todos nesta busca do sentido da nossa vida.

domingo, 27 de setembro de 2009

O novo Superior Geral e o seu Vigário





O XXI Capítulo geral dos Irmãos Maristas, reunido em Roma, de 8 de Setembro a 10 de Outubro, elegeu no dia 26 de Setembro, o Irmão Emili Turú como Superior Geral e como Vigário Geral, o Irmão Joseph McKee, por um período de oito anos.

Os jovens de Marcha Vouzela alegram-se com esta notícia e pedem à Boa Mãe as suas melhores bênçãos para estes dois Irmãos.


Emili Turu

Nasceu a 24 de Janeiro de 1955 em Barcelona (Catalunha, Espanha). Viveu toda a infância em Marçà, Tarragona. Iniciou a vida marista em Llinars del Vallès. Fez o Noviciado em Santa Maria de Avellanes.

Emitiu os primeiros votos em 1975, os votos perpétuos em 1982. Obteve os títulos de professor de EGB pela Escola Universitária Cardeal Cisneros de Alcalá de Henares, professor de catalão pela Universidade Autónoma de Barcelona e Licenciado em Teologia (Antropologia Teológica) pelo Teresianum de Roma.

Foi director do escolasticado em Alcalá de Henares. Foi Delegado de Pastoral, Delegado de Educação e Provincial da Catalunha. Exerceu a Presidência da Conferência Europeia de Provinciais Maristas. Foi secretário do Congresso da Vida Religiosa da Catalunha e é membro da Comissão Permanente da União de Religiosos da Catalunha.


Joseph McKee

Nasceu em Glasgow, Lanatkshire, Escócia.
Postulado (1968), noviciado (1969) em Avellanes, Espanha; escolasticado (1970) em Maynooth.. Estudos em Glasgow H. K. (1971), Barcelona (1973), Nigéria (1976), Chicago, Loyola University (1993).
Professor em Bamenda, Camarões, (1979-1987) e em Nairóbi como Diretor (1999).




terça-feira, 15 de setembro de 2009

MENSAGEM DO FÁBIO

"Olá pessoal!

Cheguei hoje a Salamanca e estou agora com a Irene a escrever esta pequena notícia para que todos saibam como me encontro.
Já me instalei no meu novo quarto (muito agradável, por sinal) e ando por aqui em reconhecimento territorial. Estou muito entusiasmado e a belíssima cidade de Salamanca ajuda nisso mesmo.

Uma das já muitas pessoas com quem me cruzei aqui foi uma rapariga portuguesa que, quando soube que eu vinha estudar teologia e não medicina me perguntou "oh rapaz, que é que te deu na cabeça para fazeres isso à tua vida?"...de facto, o que é que me deu na cabeça?!? Na hora só fui capaz de esboçar um sorriso mas agora teria respondido: "o que é que me deu na cabeça? eu é que pergunto o que é que te deu na tua para não seres capaz de perceber que estou a fazer algo espectacular, apesar de radical e complicado! o que eu que te deu na cabeça para condenares alguém que decidiu arriscar tudo para partir em busca de algo maior, deixar os pequenos amores pelo AMOR! o que é que te deu na cabeça???".

Pois é amigos, estarei louco por ter saído de casa, abdicado para já de um curso prestigiante como medicina ou algo do género, ter vindo para um país estranho, com uma língua estranha, sem conhecer quase ninguém? Talvez esteja, mas consigo ser feliz e viver em plenitude no meio desta loucura. Não fiz nada de especial, apenas decidi ousar, mergulhar no entusiasmo e conhecer melhor outro caminho.

Nesta caminhada tenho que agradecer desde já a ajuda de muitos MARCHAntes que estão sempre ao meu lado e me mostram a cada momento que vale a pena ser diferente. Tenho-vos a todos muito presentes. A propósito, não se esqueçam de mim perdido para os lados de Espanha. Dêem notícias!

Muitos beijos e abraços meus e da Irene para todos.

O vosso amigo, Fábio Oliveira

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

A minha experiência na Marcha


No dia em que entrei na Marcha, já sabia que as pessoas eram divertidas e simpáticas, mas o local onde fizemos o acampamento é um espectáculo. De inicio, andava um pouco envergonhada colada à Sofia. Mas quando fomos para S. Macário, as coisas começaram a mudar. O meu grupo não se conhecia muito bem, mas íamos falando umas com as outras. À noite quando fomos para o salão escrever: Qual a razão, porque entramos para a Marcha eu fiquei pálida e um pouco intrigada, porque escrevi muitas coisas e pensava que as raparigas não iriam gostar do que escrevi, mas estava enganada. Num abrir e fechar de olhos cantaram-me o hino, o "muito bem" e o "muy bien" e entusiasmada começei a ter lágrimas na ponta dos olhos... Os meus dias preferidos foram: a chegada a S. Macário, o dia do amanhecer e o slide. Mas o dia mais emocionante para mim foi a ida ao lar! Adorei! Numa das noites que estivemos no salão de Vouzela, com muita tristeza, disse á Filipa que no dia seguinte não queria ir embora. À noite canto as canções da Marcha. A minha preferida é: Hoje na minha oração. Não vejo a hora de chegar o próximo acampamento!!! Adoro a Marcha. Leonor

terça-feira, 8 de setembro de 2009

ABRAÇA NOVOS DESAFIOS...



Abraça novos desafios, sente algo de novo

Bem! Depois de um acampamento de guias, em que houve tempo e lugar para tudo, deu-se o regresso a casa…
E como é óbvio dou por mim a tentar aplicar no meu dia-a-dia tudo o que aprendi e vivi com o grupo – sendo MarCha. Tal como outros guias mais velhos referem várias vezes, eu sentia que trazia forças para viver, conseguir superar certas situações e ter a capacidade de saber que caminho seguir quando as dúvidas surgissem…
O regresso foi na quinta-feira à noite, e eu estava radiante, porque tudo tinha sido Óptimo.
No Domingo (seguinte), fui à eucaristia aqui nas Termas como habitualmente e qual o meu espanto quando cheguei e vi que não era o coro habitual (no qual participo), que cantava à missa, mas sim outro que não conhecia… Fiquei intrigada!
Na hora da paz de Cristo vi uma menina, que era deficiente, e talvez também tivesse alguma doença visto a ausência de cabelo, que subiu ao altar para beijar o Sr. Padre. Senti algo cá dentro, e as lágrimas quase se soltaram, talvez pelo facto de vir do acampamento mais apta a sentir, a SABER sentir! Admirei aquela menina… tinha um ar feliz, e isso é por vezes o importante, e nós não nos apercebemos. Sentia-me a superar o desafio de ver Deus no outro, lembrei-me “Bem-aventurados os pobres em espírito porque deles é o reino dos Céus”. Fiquei a pensar…
Depois da comunhão subiram três pessoas ao altar, e então começaram a falar da associação Fé e Luz de Évora da qual faziam parte, como voluntários e como “usufruidores”. Cada um partilhou a sua experiência: um como pai de uma menina deficiente, outro como amigo do outro, que também falou, que era deficiente (custa-me utilizar a palavra deficiente). E todos falaram da sua experiência, mostraram o quanto lutam para que estas pessoas “especiais” tenham direito, tal como disseram, a um lugar especial em todo o lado, tal como na igreja. Era tão bom ver a relação que havia entre todos os que faziam parte da associação!
Ali, senti-me inútil e egoísta!
Vi o quanto era preciso ter força e fé para encarar os obstáculos que nos surgem pelo CAMINHO da vida. Mas há dias e dias; cada um com um diferente propósito, um diferente AMANHECER, e há que partir à AVENTURA e tentar ser feliz, mudando o errado, melhorando o certo… Se tivermos sede, a nossa FONTE estará lá sempre – Deus. O importante e não ficar parado, mas sim, abrir os HORIZONTES…
Às vezes penso que gostava de ajudar estas pessoas com necessidades especiais, ou aquelas que estão doentes, ou aqueles que passam fome, ou aqueles que sofrem, ou simplesmente todas as pessoas, pois nada é mais gratificante do que o seu sorriso, a sua Felicidade… Mas infelizmente acho que não tenho tempo, ou deixo sempre para mais tarde; e como eu outras pessoas. A opção mais fácil é o comodismo!
“Ouvir a palavra é fácil, já cumpri-la implica mais dificuldade. Ainda assim o mais difícil é compreendê-la…” ELISABETE